Resident Evil 3
O terceiro jogo da série Resident Evil provavelmente muita
gente conhece. No Japão o jogo se chama Biohazard: Last Escape, mas por aqui
ficou Resident Evil 3: Nemesis. Nome bem familiar, não? Bem, provavelmente não
para quem nunca jogou ou assistiu os filmes, mas quem pelo menos assistiu os
filmes, Nemesis aparece no 2º. Sim, ele é aquela porra enorme com uma bazooka!
Ele foi lançado pela primeira vez no Playstation em 1999.

O jogo se passa 1 dia antes de Resident Evil 2, em 28 de setembro de 1998 e
acaba 1 dia depois. Raccoon City já está totalmente infestada de zumbis e dessa
vez é Jill Valentine, a mesminha do 1º jogo, que está na cidade e quer fugir de
qualquer modo. “29 de setembro, manhã. Os monstros tomaram conta da cidade. De
alguma forma... ainda estou viva”. Quem jogou Resident Evil 3 com certeza lembra
dessa frase que Jill diz no começo do jogo...
A grande novidade de Resident Evil 3 é o Nemesis. Uma arma
biológica da Umbrella Corporation destinada a matar todos os membros da
S.T.A.R.S., e, obviamente, Jill está na mira dele.
Então começa o jogo, com Jill indo em direção a delegacia... até
chegar lá você enfrentará alguns zumbis, de praxe... Mas na porta da delegacia
é que a porra fica séria. Jill encontra Brad Vickers, que está machucado mas
que queria contar algo a Jill, e ele estava bem assustado. Não é por menos,
antes que ele pudesse dizer sequer uma palavra a Jill, Nemesis aparece e ai a
coisa fica feia... Então vamos sair da parte da história...

Bem, Resident Evil 3 também possui cenários pré-rendenizados, mas o jogo também
trouxe novidades para a série, como barris explosivos, uma evasiva quando
apertado o botão de ação(Lembre dele quando Nemesis aparecer) e o giro 180º, que
você pode dar apertando para andar para trás e o botão de correr... e acredite,
isso ajuda bastante o jogador, que não precisa mais passar 2 ou 3 segundos
segurando um botão para o personagem virar para trás. Além de novas armas,
Resident Evil 3 também inclui um sistema de criação de munição, que funciona
quase do mesmo modo que os de erva.
Outra coisa notável em Resident Evil 3 são os inimigos. Enquanto eles sempre se
pareciam muito iguais em Resident Evil 1 e 2, no 3 os zumbis ganharam novos
aspectos, roupas diferentes e até mesmo zumbis rastejantes,
que não existiam nos dois primeiros jogos da série. Além dos zumbis, temos
também novos desafios para enfrentar, como os Drain Deimos e o Brain
Sucker, que são inimigos rápidos e fortes. Além da volta dos Hunters, que
estão mais forte do que os anteriores, entre outros. Mas Nemesis com certeza é
a grande ameaça do game. Ele corre bastante, dá muita porrada e tem até ataques
mortais, então cuidado... Especialmente com sua bazooka... pode ter certeza que
um tiro dela dói.
Bem, é basicamente isso que se tem a dizer sobre Resident Evil 3. Cheguei muito
perto de zerar(perdi os cabos do meu Dreamcast antes de zerar -.-‘), mas é um
puta jogo e, na minha opinião, é o segundo melhor da série... altos sustos e
muito medo o jogo todo, sem contar a parte perto do final, que é muito louca...
Mas enfim, passando para o próximo game...
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Resident Evil CODE: Veronica
Já falamos de Resident Evil 1, 2 e 3, mas agora falaremos de
um jogo que é meio desconhecido, digamos assim, quando se fala de Resident
Evil. É o CODE: Veronica. Ele foi lançado originalmente para Dreamcast em 2000,
e no ano seguinte ainda recebeu uma versão mais completa, o CODE: Veronica X,
que foi lançado para o Dreamcast no Japão e para Playstation 2 e GameCube no
resto do mundo.
A história do jogo começa 3 meses após o que aconteceu em Raccoon City. Clarie
Redfield está em busca do seu irmão, Chris, e invade uma sede da Umbrella Corp.
em Paris, em busca de alguma pista que a levasse a seu irmão... Porém não dá
certo e depois de uma frustada tentativa de fuga da sede, Clarie é presa por
Rodrigo Juan e levada a Rockfort Island, uma ilha de propriedade da Umbrella
Corp. A cena da fuga de Clarie é bem interessante e foi reproduzida no filme
Resident Evil 2, onde pertinho de acabar o filme a Alice é perseguida a balas
por um helicóptero da polícia e acaba sendo encurralada por alguns homens, que
pedem para ela derrubar a arma. A cena ficou quase idêntica ao jogo, tirando
que no jogo ela pula sobre uma escada e ao invés de atirar diretamente nos
homens, ela atira em alguns barris explosivos que estão atrás dos policiais. Já
em sua cela, Clarie escuta algumas explosões e logo depois é solta pelo mesmo
cara que a prendeu, e ele diz que ela pode ir embora porque não vai escapar de
lá com vida mesmo. E é ai que a aventura começa... o CODE: Veronica é um puta
jogo, sério. A história é contada de uma maneira que você se prende a ela e o
novo estilo de câmera é ótimo. Sem contar que foi o último Resident Evil da
série principal que você, de fato, tem muitos sustos e momentos de tensão... No
4 a parada começou a desandar... O 5 nem se fala, né? 90% Ação. Não sei agora no Revelations, para Nintendo
3DS, que dizem estar muito bom também.

Muita coisa nova apareceu no CODE: Veronica. O que você nota de primeira ao
começar o jogo é o cenário, que já não é mais pré-rnedenizado. Ele está
totalmente em 3D, porém o ângulo em que a câmera se encontra é pré-determinado.
Outra coisa interessante ainda na parte gráfica é na hora que você verifica um
item, você pode ver ele e movimentá-lo em 3D... e isso é crucial para a
progressão da história, pois certos itens contém “segredinhos” neles. As CGs
também estão lindas, e é a primeira vez que os personagens possuem expressões
faciais e movimento labial realístico. A quantidade de zumbis e inimigos também
impressiona. Eles vão de simples operários da ilha até altos executivos,
enquanto ainda encontramos os bons e velhos cachorrinhos, que estão sempre
atrás de carne fresca, além de muitos outros novos inimigos que, claro, são de
dar medo.
A jogabilidade e mecânicas de jogo são basicamente as mesmas dos eipsódios
anteriores, herdando alguns “prós” de Resident Evil 3, como os barris explosivos
e a rotação rápida de 180%, que facilitam a vida do jogador... tirando os
barris, que nem sempre estão lá para facilitar. E novidades também estão
presentes, como em algumas ocasiões do jogo você pode utilizar uma arma em 1ª
pessoa, ou uma arma em cada mão, permitindo assim atirar em mais de um inimigo
do seu campo de visão.
Dito isso, gostaria de dizer que o CODE: Veronica é o meu
jogo favorito da série inteira! Apesar de ele ser um jogo muito desconhecido, é muito bom.
Bem, espero que vocês tenham gostado desse resuminho e desculpem pela
falta de muitas imagens... O blogspot tá uma merda atualmente!