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CEO da Ubisoft: Um grande ciclo de vida dos consoles é ruim para a indústria


O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, falou com o site Polygon sobre a duração da atual geração de consoles. Ele diz que um ciclo de vida de consoles grandes machucam a indústria. A indústria está acostumada a ter uma nova geração de consoles a cada cinco anos e uma transição maior entre as gerações.

"Eu acho que o que aconteceu é que a transição foi muito longa," disse Yves. "Sabe, na indústria, nós estavamos acostumados a trocar de plataformas a cada cinco anos. Dessa vez nós estamos no sétimo com o 360. Nós precisamos de novos consoles e no final do ciclo geralmente o mercado cai porque existem menos novas IPS, novas propriedades, então isso danifica a indústria um pouco. Eu espero que da príoxima vez elas venham com mais frequencia."

O começo de uma geração de consoles é quando os desenvolvedores estão dispostos a correr maiores riscos criando novas Propriedades Intelectuais.

"As transições são os melhores tempos, as melhores maneiras, de fazer todos os nossos criadores assumirem mais riscos e fazerem coisas diferentes," ele disse. "Quando um console está no mercado por um bom tempo ... você não assume tantos riscos em IPs totalemnte novas porque mesmo se elas forem boas, não venderão muito bem"

"Todos que estão se arriscando e inovando é bem-vindo porque existem vários jogadores hardcore e aqueles caras que querem coisas novas, onde o mercado massivo estará mais interessado em ter as mesmas experiências e não querem correr riscos porque não estão cientes do quanto erá mudar sua experiência."

"Então, o começo dos consoles é sempre um bom tempo para inovação."

Via: VGChartz
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Fã vende todos os jogos lançados para o Super Nintendo por R$ 50 mil

Quanto vale sua coleção de games? Para um fã do Super Nintendo, todos os seus jogos lançados para o console valem cerca de US$ 25 mil, o equivalente a R$ 50 mil. Um usuário conhecido como “Byuu” publicou um anúncio no site de leilões eBay onde vende todos os jogos já lançados para o Super Nintendo nos EUA, México e Canadá – todos os 721 jogos.


Coleção de Super Nintendo no eBay (Foto: Reprodução)
Coleção de Super Nintendo no eBay (Foto: Reprodução)
Em seu anúncio, Byuu explica que todos os jogos estão com suas caixas originais, enquanto 85% da coleção mantém seus manuais e folhetos originais. Além disso, todos os games foram testados pelo vendedor, que garante o funcionamento perfeito de cada um.

O vendedor explica ainda que todo os jogos foram colecionados em um período de três anos e organizados dentro do mesmo período, o que levou Byuu a limpar todos eles e garantir seu funcionamento correto.

Com o dinheiro arrecadado na venda, Byuu pretende comprar toda a coleção de jogos de Super Nintendo lançados na Europa e também no Japão, o que deve sair um pouco mais caro. No Japão, principalmente, o número de games lançados supera, e muito, o território norte-americano. Na página do anúncio o usuário lista todos os jogos disponíveis.

Via Techtudo, IGN
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Resumão Resident Evil 2/2

Resident Evil 3
O terceiro jogo da série Resident Evil provavelmente muita gente conhece. No Japão o jogo se chama Biohazard: Last Escape, mas por aqui ficou Resident Evil 3: Nemesis. Nome bem familiar, não? Bem, provavelmente não para quem nunca jogou ou assistiu os filmes, mas quem pelo menos assistiu os filmes, Nemesis aparece no 2º. Sim, ele é aquela porra enorme com uma bazooka! Ele foi lançado pela primeira vez no Playstation em 1999.

O jogo se passa 1 dia antes de Resident Evil 2, em 28 de setembro de 1998 e acaba 1 dia depois. Raccoon City já está totalmente infestada de zumbis e dessa vez é Jill Valentine, a mesminha do 1º jogo, que está na cidade e quer fugir de qualquer modo. “29 de setembro, manhã. Os monstros tomaram conta da cidade. De alguma forma... ainda estou viva”. Quem jogou Resident Evil 3 com certeza lembra dessa frase que Jill diz no começo do jogo...





A grande novidade de Resident Evil 3 é o Nemesis. Uma arma biológica da Umbrella Corporation destinada a matar todos os membros da S.T.A.R.S., e, obviamente, Jill está na mira dele.
Então começa o jogo, com Jill indo em direção a delegacia... até chegar lá você enfrentará alguns zumbis, de praxe... Mas na porta da delegacia é que a porra fica séria. Jill encontra Brad Vickers, que está machucado mas que queria contar algo a Jill, e ele estava bem assustado. Não é por menos, antes que ele pudesse dizer sequer uma palavra a Jill, Nemesis aparece e ai a coisa fica feia... Então vamos sair da parte da história...
Bem, Resident Evil 3 também possui cenários pré-rendenizados, mas o jogo também trouxe novidades para a série, como barris explosivos, uma evasiva quando apertado o botão de ação(Lembre dele quando Nemesis aparecer) e o giro 180º, que você pode dar apertando para andar para trás e o botão de correr... e acredite, isso ajuda bastante o jogador, que não precisa mais passar 2 ou 3 segundos segurando um botão para o personagem virar para trás. Além de novas armas, Resident Evil 3 também inclui um sistema de criação de munição, que funciona quase do mesmo modo que os de erva. Outra coisa notável em Resident Evil 3 são os inimigos. Enquanto eles sempre se pareciam muito iguais em Resident Evil 1 e 2, no 3 os zumbis ganharam novos aspectos, roupas diferentes e até mesmo zumbis rastejantes, que não existiam nos dois primeiros jogos da série. Além dos zumbis, temos também novos desafios para enfrentar, como os Drain Deimos e o Brain Sucker, que são inimigos rápidos e fortes. Além da volta dos Hunters, que estão mais forte do que os anteriores, entre outros. Mas Nemesis com certeza é a grande ameaça do game. Ele corre bastante, dá muita porrada e tem até ataques mortais, então cuidado... Especialmente com sua bazooka... pode ter certeza que um tiro dela dói.



Bem, é basicamente isso que se tem a dizer sobre Resident Evil 3. Cheguei muito perto de zerar(perdi os cabos do meu Dreamcast antes de zerar -.-‘), mas é um puta jogo e, na minha opinião, é o segundo melhor da série... altos sustos e muito medo o jogo todo, sem contar a parte perto do final, que é muito louca... Mas enfim, passando para o próximo game...
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Resident Evil CODE: Veronica
Já falamos de Resident Evil 1, 2 e 3, mas agora falaremos de um jogo que é meio desconhecido, digamos assim, quando se fala de Resident Evil. É o CODE: Veronica. Ele foi lançado originalmente para Dreamcast em 2000, e no ano seguinte ainda recebeu uma versão mais completa, o CODE: Veronica X, que foi lançado para o Dreamcast no Japão e para Playstation 2 e GameCube no resto do mundo.

A história do jogo começa 3 meses após o que aconteceu em Raccoon City. Clarie Redfield está em busca do seu irmão, Chris, e invade uma sede da Umbrella Corp. em Paris, em busca de alguma pista que a levasse a seu irmão... Porém não dá certo e depois de uma frustada tentativa de fuga da sede, Clarie é presa por Rodrigo Juan e levada a Rockfort Island, uma ilha de propriedade da Umbrella Corp. A cena da fuga de Clarie é bem interessante e foi reproduzida no filme Resident Evil 2, onde pertinho de acabar o filme a Alice é perseguida a balas por um helicóptero da polícia e acaba sendo encurralada por alguns homens, que pedem para ela derrubar a arma. A cena ficou quase idêntica ao jogo, tirando que no jogo ela pula sobre uma escada e ao invés de atirar diretamente nos homens, ela atira em alguns barris explosivos que estão atrás dos policiais. Já em sua cela, Clarie escuta algumas explosões e logo depois é solta pelo mesmo cara que a prendeu, e ele diz que ela pode ir embora porque não vai escapar de lá com vida mesmo. E é ai que a aventura começa... o CODE: Veronica é um puta jogo, sério. A história é contada de uma maneira que você se prende a ela e o novo estilo de câmera é ótimo. Sem contar que foi o último Resident Evil da série principal que você, de fato, tem muitos sustos e momentos de tensão... No 4 a parada começou a desandar... O 5 nem se fala, né? 90% Ação. Não sei agora no Revelations, para Nintendo 3DS, que dizem estar muito bom também.

Muita coisa nova apareceu no CODE: Veronica. O que você nota de primeira ao começar o jogo é o cenário, que já não é mais pré-rnedenizado. Ele está totalmente em 3D, porém o ângulo em que a câmera se encontra é pré-determinado. Outra coisa interessante ainda na parte gráfica é na hora que você verifica um item, você pode ver ele e movimentá-lo em 3D... e isso é crucial para a progressão da história, pois certos itens contém “segredinhos” neles. As CGs também estão lindas, e é a primeira vez que os personagens possuem expressões faciais e movimento labial realístico. A quantidade de zumbis e inimigos também impressiona. Eles vão de simples operários da ilha até altos executivos, enquanto ainda encontramos os bons e velhos cachorrinhos, que estão sempre atrás de carne fresca, além de muitos outros novos inimigos que, claro, são de dar medo.
A jogabilidade e mecânicas de jogo são basicamente as mesmas dos eipsódios anteriores, herdando alguns “prós” de Resident Evil 3, como os barris explosivos e a rotação rápida de 180%, que facilitam a vida do jogador... tirando os barris, que nem sempre estão lá para facilitar. E novidades também estão presentes, como em algumas ocasiões do jogo você pode utilizar uma arma em 1ª pessoa, ou uma arma em cada mão, permitindo assim atirar em mais de um inimigo do seu campo de visão.

Dito isso, gostaria de dizer que o CODE: Veronica é o meu jogo favorito da série inteira! Apesar de ele ser um jogo muito desconhecido, é muito bom.
Bem, espero que vocês tenham gostado desse resuminho e desculpem pela falta de muitas imagens... O blogspot tá uma merda atualmente!
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Testando a basimguaria

BAEUAHEUAHEUHAUEHUA BASIMGUA
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